a LEGALIZAÇÃO

A legalização 5042 é uma legalização raiz que parte de dois princípios fundamentais: liberdade individual e combate ao racismo. Legalizar não é apenas criar exceções à proibição. É acabar com a proibição e permitir que a maconha seja tratada como aquilo que ela é: uma planta com a qual pessoas adultas possam se relacionar livremente.

LIBERDADE INDIVIDUAL

Pessoas adultas têm capacidade para decidir sobre o próprio corpo e sobre o que desejam consumir. O uso da maconha é uma escolha individual e não deve ser motivo para perseguição, punição ou interferência policial.

PROIBIÇÃO RACISTA

A proibição da maconha está ligada a uma história de perseguição racial e social. Superar esse modelo significa enfrentar uma política que criminaliza de forma desigual e atinge com muito mais violência a população negra e periférica.

MACONHA É PLANTA

O objetivo é pôr fim à proibição, não apenas torná-la um pouco menos rígida. A maconha deve deixar de ser tratada como algo excepcional ou criminoso, permitindo que as pessoas lidem com a planta de maneira livre.

CULTIVO LIVRE

Com o fim da proibição, o cultivo deixa de ser privilégio ou atividade clandestina. Pessoas poderão plantar para si e a produção poderá acontecer de maneira mais ampla, aumentando o acesso e reduzindo a dependência do mercado ilegal.

ACESSO MEDICINAL

Com a planta livre, o uso medicinal também se torna muito mais acessível. Uma produção mais ampla pode reduzir preços, aumentar a oferta e permitir mais variedades, possibilitando que cada pessoa encontre aquilo que melhor atende às suas necessidades.

MULTAS AOS USUÁRIOS

Multar o consumo é ferir o direito constitucional à intimidade, o mesmo reconhecido pelo STF no julgamento da descriminalização. A inviolabilidade do lar também deve ser respeitada, e proteger o cultivo caseiro de maconha da ação violenta do Estado.

POLÍTICA DE SEGURANÇA

A maconha é uma importante fonte de renda do mercado ilegal. Sua legalização retira parte desse comércio das mãos do crime organizado e permite abandonar uma repressão generalizada que atinge comunidades inteiras sem desmontar as estruturas do crime.

RENDA E OPORTUNIDADE

A legalização também pode substituir atividades clandestinas por trabalho e renda lícitos. Inclusive nas periferias, pessoas hoje empurradas para o varejo ilegal podem participar legalmente da produção e da economia da maconha.

santo legaliza

É pai, professor, youtuber e militante.

Se dedica à luta por justiça social e pela legalização da maconha.

Formado em Pedagogia, iniciou sua atuação no movimento estudantil da Universidade de São Paulo (USP), onde foi presidente do Grêmio Politécnico, e coordenador de extensão universitária.

Maconheiro há mais de 20 anos, participou da sua primeira Marcha pela Legalização em 2005 e até hoje vê a pauta como central na construção de uma sociedade mais justa.

Seus vídeos sobre maconha e vaporizadores de ervas alcançaram mais de 7 milhões de visualizações, mas foram censurados repetidamente.

Vítima da tortura policial, quer o fim da violência do Estado contra o povo periférico.

Cansado de ver a legalização ser adiada por um congresso despreparado e reacionário, entendeu que é preciso renovar o legislativo com pessoas que representem nossa gente e nossas causas.

Com o olhar de quem sabe o que sofre quem fuma, e a vivência da pessoa negra e periférica, eleger Santo Legaliza deputado federal é colocar a Maconha no centro do debate nacional, e garantir que a legalização não seja privilégio de poucos.

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ELEICAO 2026 RAFAEL PACHECO ALQUEZAR DEPUTADO FEDERAL: 68.437.936/0001-18

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